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30/01/2023
Inflação do aluguel: IGP-M desacelera e fica em 0,21% em janeiro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,21% em janeiro, informou nesta segunda-feira (30) o FGV IBRE. Com isso, o índice acumula alta de 3,79% em 12 meses. É o segundo mês seguido de alta - em dezembro, o índice variou 0,45%. Em 2022, o IGP-M fechou em alta de 5,45%. Em janeiro de 2022, o índice teve variação de 1,82% e acumulava alta de 16,91% em 12 meses. De acordo com André Braz, coordenador dos Índices de Preços, entre os componentes do IGP-M, o índice ao produtor segue registrando arrefecimento das pressões inflacionárias. "O preço das matérias-primas brutas desacelerou de 2,09% para 1,55% e, entre os bens intermediários, cuja taxa passou de -0,30% para -1,06%, a queda fo...

O vale da qualidade
Márcio Borba - borba@fazendasbutia.com.br - 11/05/2011

Ao longo dos mais de 30 anos de trabalho intenso no Vale do São Francisco, os produtores foram, e têm sido cada vez mais, demandados pelos mercados consumidores da Europa e EUA, por um elevado padrão de qualidade, condição primeira para fechamento de contratos de exportação.

Hoje, existem quatro principais certificados que dão livre transito às frutas no mundo: Tesco (Inglaterra), Eurogap (Europa Continental) Usagap (Estados Unidos) e, por fim, o nosso PIF, relativo ao mercado nacional. Todos com suas exigências e auditorias próprias, que vão, desde praticas, rotinas, rastreabilidade e controles de qualidade que acompanham a fruta do campo aos consumidores finais. Esta mensagem do mercado foi entendida pelos produtores, que hoje investem em qualidade e sanidade das frutas produzidas no vale, notadamente, manga e uva. Em recente, vitorioso trabalho conjunto, o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), em parceria com os produtores, implantou um trabalho pioneiro de acompanhamento das frutas que pode abranger desde o campo, com os exames fitossanitários de controle do uso de agrotóxicos, passando pelo embarque no Brasil, através dos exames de sanidade pré-embarque, até à inspeção da qualidade das frutas na chegada ao Porto de Roterdã, na Holanda, principal porto europeu, neste segmento.

Este trabalho agregou ao produtor do Vale, uma excelente ferramenta de gestão da qualidade da sua fruta, realizada por uma instituição de elevadíssimo conceito e idoneidade, reconhecidos internacionalmente, que disponibiliza um completo diagnostico da fruta, fator primordial para definição do preço final ao consumidor e, consequentemente, o valor a ser pago ao produtor.

Esta atitude, iniciativa do governador Eduardo Campos, economista de formação, atendendo pleito formulado pelos produtores, em reunião encaminhada pelo ex-secretário de desenvolvimento econômico de Pernambuco Fernando Bezerra Coelho, denota, mais uma vez, o pragmatismo e a competência que tem marcado nos últimos anos as ações do governo do Estado.

Vale salientar que, durante este trabalho, em nenhuma análise, num universo inicial de mais de 150 contêineres, foi detectada qualquer anomalia. Portanto, o Vale esta livre de problemas sistêmicos com agrotóxicos, más práticas de produção, etc. Este é um patrimônio inalienável dos produtores, conquistado ao longo de décadas e certificado pelo Itep e pelos selos de qualidade citados anteriormente.

Márcio Borba é economista, produtor e exportador de uva




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